
Eu não chego impondo o meu cardápio na tua casa. Eu escuto a tua marca, olho a tua ficha de custo, e a gente constrói junto.
Yuri Machado


A tese
Ingrediente comum, de feira, o que todo mundo tem por perto. Transformar isso em produto que sustenta preço não é estética, é a conta que fecha o mês de um restaurante. Margem sem perder identidade, que é o que quase ninguém entrega junto.
Arraste para comparar
Arraste para o lado · 10 pratos










Feira, produtor, roça, mercado público, beira de praia. Antes de escrever um cardápio eu quero saber o que a região produz, quem produz e por que sempre se comeu daquele jeito. É isso que separa uma casa com identidade de uma casa com tendência.
Casas que precisam recuperar margem, reposicionar cardápio, padronizar a operação ou reencontrar a própria identidade.
Café da manhã, restaurante e experiência gastronômica que fazem o hóspede lembrar da casa e voltar.
Desenvolvimento de receita, ativação de produto, conteúdo e representação em eventos e feiras.
Aula-show, oficina prática, disciplina e formação de equipe, da técnica de base à cultura alimentar do Nordeste.
Quem está abrindo e quer sair do papel com conceito, cardápio, custo e operação desenhados desde o começo.
Menu autoral para jantares privados, celebrações e experiências fechadas, com curadoria de começo ao fim.
Aula-show, oficina prática, disciplina em curso e formação de equipe. Já dei aula em feira, em festival, em escola, em comunidade e em cozinha de restaurante. O tema eu monto conforme o público, da técnica de base à cultura alimentar do Nordeste.




Cozinho há vinte anos. Comecei aos dezessete, num café no Recife, e desde então a cozinha foi o jeito que eu encontrei de entender gente.
Sou sergipano de Aracaju, criado e formado no Recife. Bacharel em Gastronomia e Segurança Alimentar pela UFRPE, com MBA em Inteligência Artificial Aplicada a Negócios pela Saint Paul Escola de Negócios. Entre uma coisa e outra, passei por cozinhas que me formaram: o Swiss Chalet, no Colorado; o D.O.M., de Alex Atala, em São Paulo; o Rafael, de Rafael Osterling, em Lima. Cozinhei quatro cidades do Brasil dentro do Cirque du Soleil, fui gerente geral de Outback, e passei três anos em Nova York: cozinhei no Panca, no Glasserie e no Cosme, de Enrique Olvera, e fechei o ciclo com seis meses em dois turnos, no salão do Tavern on the Green, no Central Park, e servindo vinho no Bar Jamón, do grupo do Casa Mono, dezoito horas por dia. O dinheiro virou quarenta e cinco dias de estrada: um mês comendo o México de norte a sul, Havana, Bogotá, e a volta pro Brasil.
Em 2017 voltei pra fundar a minha própria casa. O Cá-Já nasceu no Recife com a cozinha e o cardápio assinados por mim, e o conceito, a hospitalidade e o serviço construídos junto com meu irmão Alan, e virou, ao longo de nove anos, um dos endereços que contam a cozinha pernambucana contemporânea. Entrou duas vezes na lista dos 100 Melhores Restaurantes do Brasil da revista EXAME, em 2022 e 2024, e foi citado pelo The New York Times, pelo El País, pela CNN e pela VEJA. Foram nove anos criando cardápio quase toda semana, quase sempre a partir de ingrediente comum, de feira, de produtor pequeno. No meio do caminho fundei também o Liamba, bar que marcou a noite do Recife de 2020 a 2024.
Fora da casa, ensino. Sou cofundador do Mesa Coletiva, coletivo que forma mães em situação de vulnerabilidade e vendedores ambulantes de comida no Recife. Assino capítulos em três livros publicados, entre eles o Pernambuco, Livro dos Chefs, de Bruno Albertim. Cozinhei uma buchada no Gastrofusión, em Bucaramanga, na Colômbia, onde também fui jurado de concurso nacional de escolas gastronômicas e palestrante convidado, e um cuy confitado lentamente em manteiga de garrafa em Cajamarca, no Peru. No Brasil, venho dando aulas-show e oficinas em eventos como a Fenearte e o Rec'n'Play.
Hoje eu faço consultoria. Não porque parei de cozinhar, mas porque a parte que mais me interessa é a que vem antes e depois do prato: entender por que uma casa não fecha a conta, por que uma equipe não engrena, por que um cardápio bonito não vende. Vinte anos de cozinha e nove anos de dono me deram as duas visões, a de quem executa e a de quem paga.
É isso que eu levo pra dentro do teu negócio.
Cada projeto tem escopo, prazo e valor próprios. Me conta o que está acontecendo aí que eu te digo como posso ajudar.
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